Radio Aurora
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • HOME
  • Sobre Nós
  • Notícias
    • Geral
    • Política
    • Economia
    • Educação
    • Esportes
    • Saúde
  • Contato
  • HOME
  • Sobre Nós
  • Notícias
    • Geral
    • Política
    • Economia
    • Educação
    • Esportes
    • Saúde
  • Contato
Radio Aurora
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Radio Aurora
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Home Política
CPMI do INSS: CGU suspeitava de irregularidades desde 2019

CPMI do INSS: CGU suspeitava de irregularidades desde 2019

Redação by Redação
2 de outubro de 2025
in Política
0
Share on FacebookShare on Twitter

Logo Agência Brasil

O ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), Vinicius Marques de Carvalho, disse nesta quinta-feira (2) que tomou conhecimento de descontos associativos irregulares a aposentados e pensionistas em março de 2024, em meio às solicitações de informações feitas pela imprensa.

Ele, no entanto, ressaltou, que, desde o governo anterior de Jair Bolsonaro, em 2019, já havia, da parte das equipes técnicas do ministério, preocupações sobre esses descontos, por conta de algumas denúncias apresentadas à Controladoria.

Notícias relacionadas:

  • Presidente de associação é preso em CPMI do INSS por suposta mentira.
  • CGU abre 40 processos sobre descontos ilegais em pensões do INSS.
  • Presidente da CPMI mantém pedido de prisão de sócio do Careca do INSS.

“Desde 2019, foram mais de 11 reuniões daquele grupo de trabalho que discutia descontos associativos”, lembrou Carvalho durante sua participação na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que apura descontos ilegais em aposentadorias e pensões.

Alerta

Segundo o ministro, a CGU identificou, desde então, “dois pontos de alerta” sobre esses descontos. O primeiro, relativo a denúncias que haviam sido feitas sobre os descontos associativos. E o segundo ponto de alerta estava relacionado ao aumento dos valores cobrados.

Perguntado pelo relator da CPMI, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), sobre quando teria tomado ciência desses descontos irregulares, o ministro respondeu que foi em março de 2024, após uma série de pedidos feitos por jornalistas, via Lei de Acesso à Informação.

Ele acrescentou que a área técnica da CGU informou que, antes das matérias jornalísticas, já estava fazendo um “trabalho relativo a esses descontos associativos, nos planos de 2023 para 2024”, em meio a mais de 600 auditorias.

“O que não se sabia era a dimensão do problema”, disse o ministro.

“Havia uma preocupação muito grande porque havia aumentado o número de entidades que assinaram um acordo de cooperação técnica com o INSS. Ou seja, acordos que autorizavam essas entidades a realizarem os descontos. Havia uma preocupação sobre a seriedade dessas entidades”, acrescentou.

Segundo Carvalho, o aumento no número de descontos ocorridos em 2022 e 2023 se deve ao cumprimento da lei orçamentária, do governo anterior.

“Cheguei na CGU em 2023. Acho que vale fazer um esclarecimento. O plano de auditoria é mais ou menos como o Orçamento, o governo herda a lei aprovada de orçamento do último ano do governo anterior. Nós herdamos o plano de auditoria da CGU feito em 2022 para executá-lo em 2023. E nós executamos. O nosso primeiro plano de auditoria só foi feito em 2023”, explicou.

Sigilo

Questionado pelo relator sobre declarações publicadas na imprensa, atribuídas a servidores da CGU, levantando suspeitas de que algumas informações consideradas sigilosas não teriam sido incluídas nos relatórios da CGU, o ministro disse que há diversos “imperativos legais” que podem tornar necessário o caráter sigiloso da informação, para evitar que se coloque em risco a investigação.

Ele, no entanto, garantiu que o relatório foi tornado público em sua integridade, uma vez que, após as operações da Polícia Federal, essas informações puderam ser tornadas públicas.

“Depois, com a operação realizada, não tinha motivo para se ter algo sigiloso no relatório”, acrescentou.

CompartilharTweetEnviar
Anterior Post

Na Ilha de Marajó, Lula inaugura creche que ficou com obra paralisada

Proximo Post

Lula diz que gestor que deixa obra parada deve ser preso

Redação

Redação

RelacionadaPostagens

Safatle afirma que pensadores não podem ter medo de nomear o fascismo
Política

Safatle afirma que pensadores não podem ter medo de nomear o fascismo

4 de junho de 2026
PL receberá maior fatia do fundo eleitoral para campanhas do TSE
Política

PL receberá maior fatia do fundo eleitoral para campanhas do TSE

3 de junho de 2026
Câmara aprova urgência de texto que facilita garimpo de menor porte
Política

Câmara aprova urgência de texto que facilita garimpo de menor porte

3 de junho de 2026
Brasil vai buscar novos parceiros para diminuir impactos comerciais
Política

Brasil vai buscar novos parceiros para diminuir impactos comerciais

3 de junho de 2026
Alcolumbre sugere “melhorar” 6×1 e quer passar PEC por comissões
Política

Alcolumbre sugere “melhorar” 6×1 e quer passar PEC por comissões

3 de junho de 2026
Lula responsabiliza clã Bolsonaro por ataque dos EUA ao Pix e taxação
Política

Lula responsabiliza clã Bolsonaro por ataque dos EUA ao Pix e taxação

2 de junho de 2026
Lula defende Pix e diz que sistema brasileiro assusta norte-americanos
Política

Lula defende Pix e diz que sistema brasileiro assusta norte-americanos

2 de junho de 2026
Alcolumbre mantém silêncio sobre 6×1 e oposição tenta preservar escala
Política

Alcolumbre mantém silêncio sobre 6×1 e oposição tenta preservar escala

2 de junho de 2026
Proximo Post
Lula diz que gestor que deixa obra parada deve ser preso

Lula diz que gestor que deixa obra parada deve ser preso

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Radio Aurora

  • Termos de Uso
  • Política de Privacidade
  • Contato

Radio Aurora © by Rede Aurora de Comunicação

Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • HOME
  • Sobre Nós
  • Notícias
    • Geral
    • Política
    • Economia
    • Educação
    • Esportes
    • Saúde
  • Contato

Radio Aurora © by Rede Aurora de Comunicação