Coritiba e Fluminense fizeram uma partida bem disputada no Alto da Glória, com maior predominância do time carioca no conjunto geral de iniciativas, atitudes e propostas dos treinadores e jogadores.
No primeiro tempo, o Fluminense foi mais preciso nos passes e nas tentativas de gol, até porque o técnico Fernando Seabra privilegiou o sistema defensivo, com a escalação de cinco defensores, três meio-campistas e apenas dois atacantes, Lucas Ronier e Pedro Rocha. Sinal claro de que ele anda preocupado com o rendimento da equipe, especialmente como mandante, já que os adversários crescem, pressionam e criam problemas de toda sorte.
Luis Zubeldía, ao contrário, escalou quatro defensores, um meio de campo operoso com Hércules, Martinelli e Ganso, além de três atacantes que deram muito trabalho à defesa coxa-branca, com destaque para John Kennedy, que marcou o gol de empate e acertou uma bola na trave nos instantes finais da partida.
Passando da metade do segundo tempo, o zagueiro Tiago Coser fez o gol do Coxa, após bela jogada individual de Lucas Ronier e cruzamento de Josué. Foi um desafogo que durou pouco, para desilusão do torcedor, pois o Fluminense igualou o placar em seguida.
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Athletico preocupa
Com os alas Natanael, revelado pelo Coritiba, e Renan Lodi, revelado pelo Athletico, além do conhecido e pouco saudoso Cuello, o Atlético-MG dominou amplamente o primeiro tempo da outra partida, até porque fez o primeiro gol logo aos cinco minutos, com Victor Hugo, após falha geral da defesa. Aliás, a apatia do time do Furacão na etapa inicial foi impressionante. Parecia que os jogadores haviam passado a noite em um baile na véspera.
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Diante da falta de intensidade e do péssimo rendimento, o técnico Odair Hellmann tentou mudar o cenário: promoveu, no intervalo, as entradas de Julimar, João Cruz e Portilla nos lugares de Dudu, Jadson e Mendoza. Pena que só tenha lembrado de colocar o talentoso Bruninho nos minutos finais.
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Naturalmente, Gustavo Scarpa fez o segundo gol, após jogada construída com insistência pelo Atlético-MG, que, mesmo com limitações, foi superior. No fim, Julimar ainda diminuiu o placar, mas foi insuficiente.
Na goleada sofrida para o Bahia, o Furacão ao menos demonstrou alguma competitividade. Já nesta nova derrota para o Atlético-MG, a atuação foi muito fraca e sem qualquer personalidade coletiva.









