sábado , 13 julho, 2024
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Alckmin reitera que juros estão ‘exagerados’, mas acredita que tendência é de queda

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Segundo o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, ficará “claro nos próximos meses” o compromisso do governo federal com o “rigor” de natureza fiscal

Cadu Gomes/VPR

Geraldo Alckmin faz sinal com a mão durante coletiva

‘Com inflação de pouco mais de 3,5%, estamos falando de 7% de juros real, é muito’, afirmou Alckmin

O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, voltou a dizer, nesta sexta-feira (21), que considera alto o patamar atual da Selic, classificando os juros em 10,5% ao ano como “exagerados”. “Com inflação de pouco mais de 3,5%, estamos falando de 7% de juros real, é muito”, afirmou Alckmin. Ele reiterou sua avaliação de que a tendência é de queda da Selic, hoje muito impactada pelas taxas americanas e pela questão fiscal no Brasil. De acordo com Alckmin, ficará “claro nos próximos meses” o compromisso do governo federal com o “rigor” de natureza fiscal. Na quinta-feira (20), após o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central manter, na quarta-feira (19), por decisão unânime, a Selic em 10,5% ao ano, Alckmin já havia feito essa análise. Ele foi questionado novamente sobre o assunto durante visita à fábrica da Scania em São Bernardo do Campo, no ABC paulista.

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Alckmin também foi questionado sobre a futura indicação para a presidência do BC, se ficaria com o atual diretor de Política Monetária do banco, Gabriel Galípolo, ou com o economista André Lara Resende, mas desconversou. “Essa é uma definição do presidente da República e no momento adequado. Há dois ansiosos na vida, os políticos e os jornalistas”, disse. Após a decisão unânime do Copom de manter a Selic em 10,50%, a avaliação de ministros do governo ouvidos é de que Galípolo segue firme no páreo pelo comando do BC, embora uma ala do PT tenha passado a defender que o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, indique Lara Resende para assumir a autoridade monetária.

Publicado por Carolina Ferreira

*Com informações do Estadão Conteúdo

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