O meio-campista Bruno Guimarães, ex-Athletico, e o atacante Matheus Cunha, ex-Coritiba, tiveram ótimas atuações na vitória da seleção brasileira sobre a Escócia. Além da artilharia de Vinicius Junior e retorno de Neymar, os dois foram os grandes destaques ofensivos
Com três passes para gol, Bruno Guimarães é o líder de assistências na Copa do Mundo ao lado dos atacantes Olise, da França, e Isak, da Suécia. Ele deu a assistência no empate com Marrocos, na estreia, duas diante dos escoceses — no segundo gol de Vini Jr. e o último do Brasil, anotado por Matheus Cunha.
Cunha, inclusive, virou o vice-artilheiro da seleção brasileira na Copa 2026. Com dois gols, ele só perde para Vinicius Junior, que já marcou quatro vezes neste Mundial.
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Piás do Caju e do Couto: Athletico e Coritiba celebram sucesso de ex-jogadores
Bruno Guimarães e Matheus Cunha são ex-jogadores de Athletico e Coritiba, respectivamente. Nas redes sociais, a dupla Atletiba celebrou, assim como os torcedores, o sucesso da dupla com a amarelinha.
Bruno chegou ao Furacão em 2017, após se destacar no Audax. Ele se firmou como titular no time principal com o técnico Fernando Diniz e participou das conquistas históricas da Copa Sul-Americana, em 2018, e na Copa do Brasil, em 2019. Com o sucesso, ele se tornou a segunda maior venda da história do Athletico.
Além de ser um dos símbolos da era mais vitoriosa do Rubro-Negro, Bruno Guimarães mantém os laços e compartilha assuntos relacionados ao Furacão nas redes sociais, mantendo o status de ídolo rubro-negro.
Já Matheus Cunha foi desprezado pela então diretoria e saiu sem jogar na equipe principal do Coritiba. Natural de João Pessoa, na Paraíba, ele deixou o Nordeste na adolescência para realizar o sonho de se tornar jogador profissional em Curitiba.
Aos 14 anos, saiu de casa para atuar nas categorias de base do Coxa. Apesar de ter status de promessa, o então presidente do clube, Rogério Bacellar, negociou o jovem com o Sion, da Suíça, por R$ 700 mil em 2017.
Na época, Cunha tinha 18 anos e enxergou a transferência como uma oportunidade importante. O Coritiba havia adquirido parte dos direitos econômicos do atleta por cerca de R$ 150 mil. Cunha ainda recebia salário mínimo nas categorias de base, e a mudança para a Europa representava um passo fundamental para sua carreira.
Enquanto Matheus Cunha subiu degraus no futebol europeu, o Coxa investiu o dinheiro da venda na compra definitiva do meio-campista Matheus Galdezani, que pertencia ao Mirassol. Após um início promissor do jogador, marcado pela conquista do Campeonato Paranaense, e por um gol contra o Palmeiras no Campeonato Brasileiro. No entanto, caiu drasticamente de rendimento e não permaneceu no clube.
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Com o primeiro lugar do Grupo C, a seleção brasileira volta a campo na próxima segunda-feira (29), às 14h (horário de Brasília), em Houston, nos Estados Unidos.
O adversário da seleção brasileira só será definido nesta quinta-feira (25). O rival do Brasil na fase 16 avos será o segundo colocado do Grupo F, ou seja, Holanda, Japão ou Suécia. A Tunísia também faz parte da chave, mas não tem mais chances de ficar na vice-liderança da classificação.
A Holanda e o Japão lideram o Grupo F com quatro pontos cada. Já a Suécia soma três pontos, enquanto a Tunísia ainda não pontuou. Vale lembrar que todos os jogos do Grupo F acontecem simultaneamente. No caso do Grupo F, serão realizados às 20h. Confira:
- Tunísia x Holanda — quinta-feira (25/06), às 20h (horário de Brasília), em Kansas City
- Japão x Suécia — quinta-feira (25/06), às 20h (horário de Brasília), em Dallas.

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